TODAS AS MÚSICAS

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

RAIMUNDO FAGNER





 

ESTUDIO:
  • 1973 - Manera Fru Fru, Manera
  • 1975 - Ave Noturna
  • 1976 - Raimundo Fagner
  • 1977 - Orós
  • 1978 - Eu Canto - Quem Viver Chorará
  • 1979 - Beleza
  • 1980 - Eternas Ondas
  • 1981 - Traduzir-se
  • 1982 - Sorriso Novo
  • 1983 - Palavra de Amor
  • 1984 - A Mesma Pessoa - Cartaz
  • 1985 - Deixa Viver
  • 1986 - Fagner - Lua do Leblon
  • 1987 - Romance no Deserto
  • 1989 - O Quinze
  • 1991 - Pedras que Cantam
  • 1993 - Demais
  • 1994 - Caboclo Sonhador
  • 1995 - Retrato
  • 1996 - Pecado Verde
  • 1996 - Bateu Saudade
  • 1997 - Terral
  • 1998 - Amigos e Canções
  • 2000 - Ao vivo - Vol. I e II
  • 2001 - Fagner
  • 2004 - Donos do Brasil
  • 2007 - Fortaleza
  • 2009 - Uma Canção no Rádio

                                                  Outros:

  • 1971 - Fagner e Cirino
  • 1972 - Cavalo Ferro (Compacto Duplo)
  • 1975 - Fagner e Ney Matogrosso
  • 1979 - Soro
  • 1981 - Raimundo Fagner Canta en Español
  • 1983 - Homenaje a Picasso
  • 1984 - Fagner e Gonzagão I
  • 1989 - Cartaz - Os sucessos de Fagner
  • 1989 - Fagner e Gonzagão II - ABC do Sertão
  • 1991 - Fagner en Español
  • 1993 - Uma Noite Demais - Ao Vivo no Japão
  • 2000 - Ao Vivo
  • 2002 - Me Leve (ao vivo)
  • 2003 - Fagner & Zeca Baleiro

           Cearense de Orós, aos 5 anos ganhou um concurso infantil na rádio local. Na adolescência       formou grupos musicais vocais e instrumentais e começou a compor suas próprias músicas.  

  • Venceu em 1968 o IV Festival de Música Popular do Ceará com a música "Nada Sou", parceria sua e de Marcus Francisco. Tornou-se popular no estado e juntou-se a outros compositores cearenses como Belchior, Rodger Rogério, Ednardo e Ricardo Bezerra.

    Mudou-se para Brasília em 1971, classificando-se em primeiro lugar no Festival de Música Popular do Centro de Estudos Universitários de Brasília com "Mucuripe" (com Belchior). Ainda em 71 foi para o Rio de Janeiro, onde Elis Regina gravou "Mucuripe", que se tornou o primeiro sucesso de Fagner como compositor e também como cantor, pois gravou a mesma música em um compacto da série Disco de Bolso, que tinha, do outro lado, Caetano Veloso interpretando "Asa Branca".

    O primeiro LP, "Manera, Fru-fru, Manera", veio em 1973 pela Philips, incluindo "Canteiros", um de seus maiores sucessos, música sobre poesia de Cecília Meireles. Mais tarde fez a trilha sonora do filme "Joana, a Francesa", que o levou à França, onde teve aulas de violão flamenco e canto.

    De volta ao Brasil, lança outros LPs na segunda metade dos anos 70, combinando um repertório romântico a partir de "Raimundo Fagner", de 1976, com a linha nordestina de seu trabalho. Ao mesmo tempo grava músicas de sambistas, como "Sinal Fechado", de Paulinho da Viola.

    Outros trabalhos, como "Orós", disco que teve arranjos e direção musical de Hermeto Pascoal, demonstram uma atitude mais vanguardista e menos preocupada com o sucesso comercial.

    Nas décadas de 80 e 90 seus discos se dividem entre o romântico e o nordestino, incluindo canções em trilhas de novelas e tornando Fagner um cantor conhecido em todo o país, intérprete e compositor de enormes sucessos, como "Ave Noturna" (com Cacá Diegues), "Astro Vagabundo" (com Fausto Lindo), "Última Mentira" (com Capinam), "Asa Partida" (com Abel Silva), "Corda de Aço" (com Clodô), "Cavalo Ferro" (com Ricardo Bezerra), "Fracassos", "Revelação" (Clodô/ Clésio) "Pensamento", "Guerreiro Menino" (Gonzaguinha), "Deslizes" (Sullivan/ Massadas) e "Borbulhas de Amor".







BORBULHAS DE AMOR



DESLIZES

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